Favoritos de fevereiro!

Não resisti! No fim de cada mês vou mostrar os produtos que estou amando. Como esse é o  primeiro do tipo, acabou sendo um post com os favoritos dos últimos tempos! A ansiedade é tanta que nem esperei o mês terminar pra compartilhar – e olha que é o mais curto do ano.

E claro, todos os itens da lista são cruelty free ❤

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Lush Mask of Magnaminty

Eu já tava de olho nessa máscara há um tempo quando fui na casa da minha amiga Carol (a pessoa mais viciada na Lush do mundo) e ela perguntou se eu queria experimentar. Usei, e 15 minutos depois eu já estava alisando meu rosto, maravilhada. Comprei no começo do ano. A Mask of Magnaminty limpa, esfolia e hidrata, é bem refrescante e tem cheirinho de menta. Notei diferença nos cravinhos chatos do nariz também. Uso toda semana para dar aquela renovada! O bom é que só é preciso usar bem pouco produto por vez, então deve durar um tempão.

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Coconut Body Butter The Body Shop

Comprei essa manteiga corporal numa promoção da The Body Shop (e acabei de ver que ainda tá rolando desconto em alguns produtos, incluindo esse!) e me apaixonei. Ainda acho um valor alto, comprei por R$40 e o valor normal é R$59, mas é o melhor hidratante que já usei. Até então eu só tinha usado esses de supermercado, mas a maioria tem óleos minerais e o resultado não é muito bom. O bom da manteiga corporal é que é bem concentrada, então só uso um pouco por vez  e dá para espalhar bastante, e só uso  umas duas ou três vezes por semana também, até pra economizar. Essa de coco é ainda mais espessa do que as outras, ao ponto de não derramar se virar de cabeça para baixo. O cheiro dos produtos da The Body Shop é forte e talvez algumas pessoas estranhem, mas eu amei.

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Óleo Corporal Ylang Ylang Granado

Um dos meus cheiros preferidos da vida! Acho essa a melhor opção de óleo corporal que tem por aí, pois é feito só com óleos vegetais, tem vitamina E e o preço é bom, custa R$22. Nessa faixa, a outra opção que uso é o óleo de amêndoas da Johnson & Johnson, mas esse tem parafina líquida como um dos principais ingredientes, então não vou comprar novamente. Acho a embalagem desse óleo da Granado chatinha de usar durante o banho, mas ela é ótima para dosar o produto. Por ser vegetal, ele é bem levinho, mas hidrata bastante.

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Santa’s Lip Scrub Lush

Mais um que comprei nas promoções de janeiro. Todo ano a Lush disponibiliza uma coleção especial de Natal, e quando a data passa, fica tudo com 50% de desconto! Amém! Gosto bastante desse esfoliante labial, mas o resultado não é tão diferente do que eu conseguia utilizando uma versão caseira, então não sei se compraria pelo preço normal. Acho que a principal diferença tá no sabor, esse tem base de açucar e gostinho de cola e cereja, então acabo usando mais, uma ou duas vezes por semana. Ele tira aquelas pelinhas dos lábios, o que é ótimo para quem usa batom matte ou líquido, e ainda hidrata, por conter óleos essenciais – o que não elimina a necessidade de passar um lip balm depois da esfoliação.

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Batom Líquido Dailus Pro

Falando em batom matte e líquido, eu tava atrás de um batom vermelho mais fechado, e acabei achando esse da Dailus, na cor Ballet. Ele é matte, bem pigmentado e a durabilidade é muito boa. É um ótimo custo/benefício também, dá pra achar por uns 20 reais nas lojas.

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Swatch com a participação de Lola pra vocês terem uma ideia

 

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Finalizador Bio Extratus Botica Algas Marinhas

Comprei esse finalizador (ou creme para pentear) da Bio Extratus por ser vegano, cruelty free e livre de parabenos e petroquímicos. Acho que é o único que dá para encontrar nas farmácias com ativos vegetais em quantidades significativas. Para a minha sorte, meu cabelo se deu super bem com ele! Só tenho que controlar a quantidade, porque meu cabelo é curto e fica oleoso com facilidade. Esse finalizador minimiza o frizz, hidrata e deixa o cabelo bem soltinho. Gostei também tele ter filtro solar e termoproteção. Fiquei curiosa para testar a versão de camomila da mesma linha.

Dicas práticas para deixar seu quarto um lugar mais acolhedor

Comecei a me interessar por decoração e organização quando percebi o quanto o ambiente ao meu redor influencia no meu humor. Aos poucos tenho tentado realizar pequenas mudanças no meu quarto, e com o tempo venho sentindo uma grande diferença tanto na estética como na sensação que sinto ao estar nele.

1. Antes de tudo, jogue coisas fora

Ou doe, se for útil para outras pessoas. E não estou falando daquela “geral” que a gente dá de vez em quando pra tirar a roupa suja que tava debaixo da cama e separar a camisa dos jogos internos da oitava série, e sim de realmente parar para pensar sobre o que realmente precisamos e o que só está ocupando espaço. Poucas coisas mudaram tanto a sensação de bem estar que eu sinto em casa como me livrar de tudo o que eu não amo/uso.Tudo o que não é importante ou utilizado com frequência foi doado ou jogado fora. Passei anos me apegando a roupas que eu simplesmente não uso mais (mas achava que talvez, um dia, quem sabe, fosse precisar), revistas que eu li um vez em 2008 e nunca mais, coisas dos tempos de escola que eu nem lembrava que tinha, bijuterias velhas e quebradas, papéis, papéis e mais papéis.

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Não se assuste com a quantidade de sacos de lixo que dá para encher. Também não é algo que dê para fazer em um dia só, porque na primeira arrumação a gente ainda deixa muita coisa. Mas com o tempo, os benefícios de ter uma vida mais organizada, economizar tempo procurando as coisas e escolhendo roupa e basicamente viver em um ambiente mais “respirável” acabam dando vontade de praticar o desapego diariamente.

2. Pendure arte

Fotos, ilustrações, pinturas, frases. Pode ser uma única peça que signifique muito para você, ou uma parede inteira com ares de galeria. Quadros e posteres personalidade e são um jeito fácil de mudar a aparência de um cômodo. Para mim, o principal é escolher itens que você goste MUITO, mesmo que leve um tempo até surgir uma ideia ou você achar por acaso um quadro que é a sua cara.

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Amor à primeira vista na Casa do Cachorro Preto! Esse é da Valeria Rey Soto.

 

3. Foque em um canto

Não é todo mundo que pode ser dar ao luxo de reformar o quarto inteiro, pintar as paredes quando der na telha e entrar na Tok Stok para trocar todos os móveis. Uma dica legal é escolher um cantinho do seu quarto e deixar ele do jeito que você gosta. Até pouco tempo atrás eu não tinha criado mudo, deixava minhas coisas em um gaveteiro de plástico do lado da cama. Eu gosto de ler antes de dormir, então sempre deixava um livro lá, e lia com a luz do quarto acesa. Mas isso não é bom para quem tem insônia, então resolvi mudar esse cantinho por completo. Comprei uma mesinha barata, uma luminária, e um tempo depois, um vasinho de flores de plástico que minha gatinha Isadora insiste em tentar destruir.

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Meu próximo alvo é a minha mesa de trabalho, que está demandando um pouco mais de tempo. Mas fiquei bem feliz com o resultado do criado mudo, porque além de ter sido algo funcional para a minha rotina, contribuiu para melhorar o ambiente do quarto em geral.

 

 

 

10 filmes no Netflix para ver (ou para “ver”) no fim de semana

Era assim na locadora, é assim na Netflix. A gente passa mais vendo escolhendo o filme do que realmente assistindo. Às vezes parece que tem filme demais, às vezes dá raiva porque simplesmente não tem nada. Coloquei aqui algumas sugestões de filmes que acho que valem o stream. Tentem variar os gêneros e estilos, só fiquei frustrada de não achar tantos filmes brasileiros legais, acho um desperdício uma plataforma como essa não servir como vitrine para os filmes daqui. Reclamações à parte, vamos ao que interessa:

1. Thelma e Louise (1991)

Direção: Riddley Scott

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Duas amigas entediadas resolvem pegar a estrada durante o fim de semana e logo no início cometem um crime em reação a um estuprador que elas conhecem numa festa – e a viagem acaba virando uma fuga. Assisti esse filme pela primeira vez recentemente e na metade eu já sabia que ele iria entrar na minha lista de preferidos para sempre. Não sei se é a temática feminista, o fato de ser road movie, o humor ou as protagonistas maravilhosas. Provavelmente tudo isso junto.

2. Lunar (2009)

Direção: Duncan Jones

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Esse é bastante influenciado por 2001: Uma Odisseia no Espaço, e por isso mesmo é tão bom. Conta a história de um homem está perto de e concluir uma missão de três anos para minerar hélio na Lua, mas começa a delirar e sofre um acidente. O diretor é o filho de David Bowie e fez um ótimo trabalho. É o tipo de ficção científica cuja história traz muito mais do que só a ação.

3. Questão de Tempo (2013)

Direção: Richard Curtis

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Do mesmo diretor de Um Lugar Chamado Notting Hill e Simplesmente Amor, o filme segue a mesma linha de comédia romântica britânica dos outros dois. Não vai mudar o mundo, mas é divertido e tem personagens carismáticas. Um cara de 21 anos descobre que tem o poder de voltar no tempo e reviver momentos da sua própria vida, e a primeira coisa que ele decide fazer é tentar conseguir uma namorada (típico).

 

4. Feitiço do tempo (1993)

Direção: Harold Ramis

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5. Drive (2011)

Direção: Nicolas Winding Refn

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Eu tenho certeza que a maioria já viu esse filme, mas fiz questão de colocar aqui pra garantir que não reste uma alma que não tenha visto. Uma releitura bem sucedida dos filmes noir, traz um Ryan Gosling impecável como protagonista e Carey Mulligan humilhando todo mundo com sua beleza, voz e talento. O filme cria uma atmosfera de diferentes tipos de tensão o tempo todo, com a ajuda de uma trilha sonora incrível. Já falei que amo Drive?

6. Harry e Sally – Feitos Um para o Outro (1989)

Direção: Rob Reiner

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Uma das melhores comédias românticas que já vi. Harry (Billy Crystal) e Sally  (Meg Ryan) se conhecem por acaso porque a namorada dele é amiga dela. Nos 12 anos seguintes ele passam a se encontrar esporadicamente e daí surge uma amizade que se mostra mais complicada do que parece. Provavelmente você já viu ou ouviu falar da cena icônica de Meg Ryan no restaurante, mas se não, eu diria que vale a pena assistir só por isso.

7. The True Cost (2015)

Direção: Andrew Morgan

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Porque todo dia é dia de aprender mais sobre a indústria da moda e ter vontade de nunca mais comprar roupa na vida. O documentário mostra como são tratados os trabalhadores de confecções de marcas de roupas famosas, e porque uma peça de roupa barata demais pode significar que sua origem seja de trabalho escravo. Importantíssimo.

 

8. Fuga de Alcatraz (1979)

Direção: Don Siegel

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Tenho um fraco por filmes que envolvem vida na prisão. Esse é protagonizado por Clint Eastwood e é baseado na história real da fuga de Frank Morris da prisão na ilha de Alcatraz. O corpo nunca foi encontrado e até hoje existem boatos de que os fugitivos que inspiraram o filme ainda estejam vivos – e morando no Brasil. Não sei o que isso diz sobre mim, mas pelo menos na ficção, torci por eles o tempo inteiro.

 

9. O Abutre

Direção: Dan Gilroy

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O Abutre aborda a questão dos veículos sensacionalistas que exploram situações violentas para atrair audiência (alô, Cardinot) através de um jovem que resolve entrar na área por falta de trabalho. Ele acaba indo longe demais e perde  – ainda mais – a noção de limites éticos e morais. O filme foi comparado com Drive por ter uma vibe meio noir. É parecido, é diferente, e o mais importante: é tão bom quanto.

10. Doméstica (2012)

Direção: Gabriel Mascaro

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Sou fã da filmografia de Mascaro. Poucos diretores conseguem retratar a realidade de forma tão crua, e ao mesmo tempo, tão poética. Em Doméstica, ele convidou sete adolescentes para registrarem o cotidiano das empregadas domésticas de suas casas. O resultado final surpreende, emociona e constrange, tudo ao mesmo tempo.

 

Azeite para tirar maquiagem?

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SIM!

As utilidades do azeite de oliva vão bem além da cozinha. Por ter propriedades hidratantes e antioxidantes, ele quebra um super galho é um produto seguro e benéfico para a saúde, além de ser bem suave, o que é ótimo para peles sensíveis. Ele também é rico em vitamina E, uma substancia muito nutritiva para a pele! Por isso vários cosméticos possuem o azeite em suas fórmulas, mas ele pode ser usado puro tranquilamente, de preferência o extra virgem.

Confesso que não uso tanto como poderia por causa do cheiro, que não é ruim, mas é forte e não tão agradável como os produtos que a gente usa normalmente. Mas já utilizei bastante tanto ele sozinho como misturado com outras coisas. Algumas dicas:

1. Limpeza 

Melhor do que muito demaquilante! Por ser um óleo, ele derrete a maquiagem com facilidade. É só passar um pouco num chumaço de algodão, ou aplicar diretamente na pele e massagear. Recomendo utilizar ele como primeira parte da limpeza, seguido do seu sabonete facial de costume, porque ele é chatinho de tirar. O bom é que a pele fica bem hidratada depois, e por incrível que pareça, sequinha também.Lembrando que qualquer produto de limpeza em óleo funciona melhor quando aplicado na pele seca.

2. Esfoliação

É só misturar com açúcar, sal ou café! Amo usar como esfoliante corporal, na hora do banho. Já usei no rosto também, mas como normalmente uso açúcar, tenho medo dos grãos serem grandes demais para a pele (me lembrem de fazer um post sobre esfoliação excessiva algum dia desses). Mas no resto do corpo é maravilhoso, principalmente nas áreas em que rola depilação, porque evita pelos encravados e a pele fica super macia depois.

3.  Cabelo

Sou a primeira a admitir que sou completamente relapsa com meu cabelo! Minha principal prioridade no momento é tentar minimizar os sintéticos prejudiciais nos produtos que eu uso, mas sempre esqueço de fazer tratamentos regularmente. Tendo dito isso, já ouvi falar super bem do azeite como hidratante capilar para cabelos danificados/ressecados. Assim como o óleo de coco, ele pode servir de máscara capilar, é só espalhar uma boa quantidade no cabelo e deixar agir por um tempo, de preferência de um dia para o outro (sem esquecer de usar uma touca para não melecar tudo). Existem milhares de receitas com azeite por aí, e ele pode também ser misturado no seu condicionador ou hidratante habitual.

4. Hidratação

Para usar como hidratante de pele, é importante prestar atenção na quantidade. O azeite é bem concentrado, e já que ele vai ser absorvido pela pele, um pouquinho de nada já o suficiente. Pode ser usado depois da esfoliação, antes da depilação ou em qualquer ocasião em que você achar que a pele está ressecada.

Beautiful young woman applying organic cosmetics to her skin

Rindo dessa foto, mas essa expressão representa meu sentimento de economizar milhões de reais dando um pulo na cozinha

 

E aí, alguém sabe de mais algum uso do azeite? Também quero saber que outros ingredientes inusitados vocês usam! Às vezes menos é mais, e uma receitinha natural pode funcionar melhor do que um cosmético cheio de palavras difíceis na composição.

 

 

 

Mudança de hábitos

Nas últimas semanas eu resolvi trocar quase todos os produtos que uso na minha pele. Já faz um tempo que eu tento ser mais consciente em relação ao que eu compro, da alimentação aos cosméticos. O problema é que tem MUITA coisa para ser levada em consideração e quando eu começo a ler sobre algo, já fico louca querendo jogar tudo o que eu tenho fora, mas aí lembro que não tenho dinheiro pra substituí-las então tento ter um pouquinho de paciência.

Vou tentar falar sobre minha relação com cosméticos em geral, que mudou bastante nos últimos dois anos. Para começar, eu evito ao máximo usar produtos que são testados em animais. Acho que posso viver com um rímel não tão bom sabendo que ele não foi testado nos olhos de um coelhinho fofinho – não estou inventando essa informação, os coelhos são os bichinhos mais utilizados nesses testes.

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Esse selinho é um ótimo sinal, pena que é tão difícil de achar

O difícil é saber quais marcas são legais e quais são piores do que a Cruella de Vil, porque, obviamente, isso não é algo que elas querem que todo mundo saiba. Existem listas e listas na internet, mas é difícil ter uma informação definitiva. Por exemplo, qualquer marca que queira comercializar seus produtos na China é obrigada pela lei de lá a realizar esse tipo de teste, e acho que dá para imaginar que é um mercado bem grande que muitas não querem abrir mão.

Uma grande decepção pra mim, por exemplo, foi a Maybelline, que tem produtos ótimos e preços justos, mas que testa em animais. Acho que vai de cada um se sentir confortável com isso ou não. No final das contas, a maioria dos componentes (principalmente os sintéticos) presentes nos produtos que usamos hoje algum dia já foram testados em animais, mesmo que muito tempo atrás. Então ninguém é um monstro por usar o Colossal (saudades desde já), mas eu particularmente não me sinto bem gastando dinheiro com isso. A parte boa é que muitas marcas nacionais e baratas não testam em animais (Vult, Quem Disse Berenice?, Natura, Daillus), e são elas que estão me salvando nesse momento de transição.

Depois de parar de usar um monte de coisa por causa da questão da crueldade com os animais, inventei outra restrição: sintéticos do mal. No começo eu achava que era exagero, coisa pouca, mas depois de uma lida mais a fundo eu vi que o problema é bem complicado. A maior parte das grandes empresas usa ingredientes baratos que dão uma “enganada”, mas que não realmente fazem bem para a pele, e com o uso contínuo acabam fazendo mal à saúde. Por exemplo, os parabenos, conservantes presentes em muitos produtos, que são absorvidos pela pele e entram na corrente sanguínea, onde passam a agir como disruptores hormonais e muitas pesquisas já ligaram essa substância a casos de câncer de mama.

E tem a parafina liquida, meu maior pesadelo. Desafio qualquer pessoa a dar uma olhada no rótulo do seu hidratante corporal ou condicionador de cabelo e não achar essa bendita. Ela é um tipo de óleo mineral derivado do petróleo que traz exatamente zero benefícios para o corpo, mas cria uma película impermeável que não permite que o cabelo ou pele perca hidratação, o que dá a sensação momentânea de maciez, mas que na verdade barra a reposição nutricional quando essa hidratação acabar.

“Nossa, brigada, agora estou cheia de nóias”,  é o que você deve estar pensando. Bem-vinda ao clube! Mas acho importante começar o blog com esse post para mostrar que eu ainda estou aprendendo e meus hábitos de consumo estão mudando (assim como os de muita gente), e não vejo problema nisso. Então não vai ser todo tipo de produto que vou comentar por aqui nos posts de saúde/beleza, da mesma forma que não posso garantir que tudo vai ser vegano, cruelty free, natural e tudo o mais.

Ninguém aqui é de ferro, milionário (tirando algumas pessoas) ou mora em Nova York (odeio tais pessoas) para ter uma infinidade de produto 100% éticos e maravilhosos. No final nas contas o importante é saber o que você está colocando na sua pele para poder fazer escolhas conscientes e ir aprendendo com o tempo o que funciona para você.