Deixando a casa mais perfumada com velas aromáticas

Acabei ficando bem viciada em velas aromáticas, já faz parte do meu ritual de relaxamento pós banho do fim do dia. Você também tem isso? Como sou muito ansiosa, gosto de criar um ambiente bem tranquilo e acolhedor nessas horinhas antes de dormir, e as velas ajudam bastante.

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Essa é a que eu mais tenho usado ultimamente. Comprei no Hiper Bompreço de Boa Viagem. Recentemente eles criaram uma sessão só para velas, todas da Mainstays, marca própria do Walmart. Até agora só testei essa de eucalipto e menta, e gosto muito. O cheiro é bem suave, não daria para perfumar a sala inteira, por exemplo. Mas gosto de deixar acesa quando estou trabalhando ou estudando em casa. Tenho dificuldade para achar velinhas com aromas mais mentoladas, quando tiver um tempinho vou tentar fazer uma eu mesma.

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Esse conjunto eu ganhei da minha mãe no Natal.  Só faltei chorar quando abri a embalagem, porque sempre ouvi maravilhas das velas da Granado. Elas realmente superaram as minhas expectativas, o cheiro é delicioso e  o perfume espalha bastante. Além disso, são bem relaxantes. Essas são da linha Terrapeutics, e cada um tem uma fragrância diferente: calêndula, lavanda, chá branco e hammamélis . Amo todas, principalmente a de chá branco. Gastei a de lavanda em menos de um mês, de tanto que eu usava, e as outras estou tentando racionar mais o uso.

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O aromatizador eu encontrei na Le Biscuit, e a essência de sândalo na Mundo Verde. Se usar óleo essencial puro, o resultado é melhor ainda. O legal é que dá para variar bastante nos aromas, e cada potinho de essência rende bastante, já que só algumas gotinhas já são o suficiente. É só por água na parte de cima do aromatizador, colocar umas gotinhas do óleo ou essência e acender uma velinha na parte de baixo. Dá para achar essas velinhas por um preço bom no Atacadão dos Presentes, principalmente comprando várias de uma vez.

 

 

 

 

Produtos que me arrependi de ter comprado

Até me surpreendi quando fui olhar minhas coisas para escrever esse post, porque achei que fosse encontrar mais “arrependimentos”. Ainda gosto muito da maioria delas, mesmo que eu não necessariamente vá repor com os mesmos produtos quando acabarem. Mas achei interessante compartilhas por aqui alguns erros de cálculo, assim pelo menos meu dinheiro jogado fora vai servir de alguma coisa. Todos os itens dessa lista foram compras impulsivas ou feitas antes de eu ler mais sobre a composição dos cosméticos.

Lembrando  sempre que as pessoas têm preferências e tipos de pele diferentes. Uma coisa que não funcionou para mim, pode funcionar para você, assim como o fato de eu ter escolhido não usar produtos com determinada substância não significa que todas as pessoas devem fazer o mesmo.

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Tônico Equilíbrio Protetor Nívea

Infelizmente a maioria dos tônicos que vendem por aí possuem álcool, e esse não é diferente. Aliás, por que insistem em colocar álcool em produtos voltados para a pele do rosto? Minha pele não é sensível então não chega a arder por conta disso, mas sinto que fica mais ressecada. Acho que vou usar até o final, alternando com um tônico hidratante da Granado.

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Johnson’s Baby Óleo de Amêndoas

Achei que esse ia ser mais um grande lifehack na minha vida, junto com usar o shampoo para bebês da marca como demaquilante. Esse óleo é bem barato e fácil de achar, pode servir para ajudar a tirar a maquiagem e como um óleo normal, para usar depois do banho. O problema é que ele tem uma quantidade enorme de parafina líquida, um derivado do petróleo que além de não hidratar, cria uma película na pele que barra a reposição nutricional da pele. O motivo pelo qual as marcas continuam usando – e muito – a parafina líquida é por ser um ingrediente muito barato e que dá a sensação temporária de hidratação. Vou usar até o final, mas pretendo comprar o óleo de amêndoas puro para passar em áreas ressecadas.

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Johnson’s  Nutrição Renovadora Uva & Romã

Mesmo motivo do item anterior: parafina líquida demais, hidratação de menos. Vou usar até o final também, porque o cheirinho é ótimo.

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Sombra Marrone quem disse, berenice?

Um belo dia resolvi achar uma solução para as minhas sobrancelhas falhas, e por coincidência a qdb? estava em promoção. Nesse mesmíssimo dia, a moça que me atendeu me aconselhou a comprar essa sombra marrone, porque meu cabelo e sobrancelha são mais claro. Esse erro poderia ter sido evitado se eu tivesse passado mais tempo olhando o espelho, porque claramente elas não são TÃO claras. Não funcionou na sobrancelha e achei sem gracinha para uma sombra, então não usei novamente.

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BB Cream Nívea

Parece que eu coloquei cimento na cara? Achei estranho porque teoricamente o BB cream se adapta ao tom de cada pele. Odiei a textura e ainda fica esfarelando. Usei por um bom tempo porque era o único que eu tinha, mas depois que comprei outro nunca mais voltei a usar. 0/10.

 

 

 

 

Esse ano eu só vou ler livros escritos por mulheres

O meu livro preferido é A Redoma de Vidro, da Sylvia Plath.

Na infância e adolescência, eu passava boa parte do meu tempo enfiada em algum exemplar de Harry Potter, escrito por J.K. Rowling. Ainda assim, quando paro para pensar nos livros que li na vida, vejo uma predominância masculina na autoria das obras. Nós nos acostumamos a ver sempre uma maioria esmagadora de homens em posições de destaque em diversas áreas, seja nas artes ou na política.

As autoras aprendem desde cedo que para ter alguma chance de suceder, elas precisam ser muito melhores do que os homens, enfrentar machismo em todas as etapas e desconstruir o papel que espera-se delas nas decisões criativas. Isso é  desencorajador para jovens escritoras.  Até J.K. Rowling, hoje em dia a escritora mais rica do mundo, no início da carreira precisou mudar sua assinatura – Joanne Rownling – porque a editora insistiu que meninos não leriam um livro escrito por uma mulher.

Assim como durante muito tempo as mulheres não podiam votar, havia obstáculos também no mundo das letras. Elas só eram alfabetizadas para fins de etiqueta e enviar convites de casamento, e dependiam do pai ou marido para ter acesso a livros. A vida era restrita ao âmbito familiar, com poucas possibilidades de seguir uma carreira, menos ainda de poder escrever suas próprias histórias.

Ainda hoje a literatura de autoria feminina não tem a mesma visibilidade que a masculina. Muitas autoras são obrigadas a ver suas obras publicadas com capas floridas, cor de rosa e completamente descontextualizadas escolhidas pelas editoras, apenas pelo fato de serem mulheres. Sabem que muitas vezes vão ser julgadas pela aparência em detrimento da qualidade da sua escrita.

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Está na hora de pararmos de usar o termo chick lit para designar livros escritos por mulheres sobre mulheres. Quando um autor escreve sobre questões masculinas, isso é chamado de livro.

Nós, leitores, somos parte importante de uma mudança que  precisa acontecer. Por isso resolvi que irei dedicar esse ano exclusivamente às obras escritas por autoras.  Até agora passei por Carol, de Patricia Highsmith,  Cheio de Charme, de Marian Keyes. Estou terminando 3096 dias, relato de Natasha Kampusch sobre os oito anos que passou em cativeiro.

Os próximos são Poética, de Ana Cristina Cesar, livro do mês do clube de leitura Leia Mulheres, A Cor Púpura e All About Love: New Visions, da Bell Hooks, indicações de outro clube do livro feminista, o Our Shared Shelf da Emma Watson. A lista dos que eu ainda quero ler é longa. Claro que nunca deixarei de ler livros escritos por homem, mas senti necessidade de tirar esse tempo para explorar mais a literatura de autoria feminina. Longe de limitar, acho que esse recorte de gênero abre um mundo de possibilidades. Há uma grande diversidade de gêneros, vivências e

A saga do demaquilante

Meu demaquilante acabou. Era um  L’oréal Paris Bifásico, mas como não quero mais usar produtos cujas marcas testam em animais, resolvi procurar outro. Eu também gostava do shampoo Johnson’s Baby, que é ótimo para tirar a maquiagem, mas a marca também realiza esse tipo de teste.

O que eu não sabia é que eu ia demorar tanto para encontrar um que atendesse todas as minhas “exigências” (basicamente não maltratar os animais e não conter substâncias que vão me fazer mal). Sei que existem alguns óleos naturais que cumprem bem a tarefa, mas queria ter a opção de algo mais prático e de fácil remoção, até porque também uso pra ajeitar maquiagem borrada (não sei aplicar delineador).

Pensei logo nos da The Body Shop, mas depois de ler algumas reviews achei que não valia a pena. Queria o Camomile Gentle Eye Make-Up Remover, mas pelo que vi ele não é tão bom assim para justificar os R$48. O mais aclamado dessa marca é o óleo demaquilante de camomila, mas ele custa R$77, não tive coragem, mas dizem que rende bastante.

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Pensei também em comprar o da Vult, que é baratinho e parece ser muito bom, mas quando vi a fórmula dei de cara com conservantes de risco em grande proporção. Fora da lista. Acabei me decidindo por um da Granado. Pelo que li, ele não é o melhor do mundo, mas é bom. Resolvi testar, já que eu quase não uso maquiagem no dia a dia, e quando uso, não é nada muito difícil de tirar, principalmente depois que deixei de usar o Colossal da Maybelline.

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Chegando na loja, fui dar uma olhadinha no rótulo. Eu já tinha visto na internet, mas acho que mudaram a fórmula, porque dessa vez notei que tinha parabenos. A moça que me atendeu até me perguntou se eu tinha alguma alergia quando me viu lendo a embalagem, e quando comentei que evitava parabenos, ela me disse que “nenhum produto daqui tem parabenos”. Já é a segunda vez que acontece isso na Granado, da outra vez eu perguntei se tinha óleo mineral na fórmula e me disseram que não, quando na verdade tinha. Não acho que façam isso de propósito, mas é bom sempre dar aquela olhada na lista de ingredientes.

Perguntei se tinha outra opção e ela me indicou o Demaquilante Cremoso Phebo, e para a minha sorte ele estava em promoção (de R$40 por R$21) e é livre de parabenos e vegano. Chegando em casa, mais uma surpresa: o segundo ingrediente é o  isohexadecane, um derivado do petróleo. Pesquisei e resolvi usar m esmo assim, porque ele não é considerado um óleo mineral, é mais leve e puro, e no site EWG  (eles têm um catálogo com substâncias e seus possíveis riscos) vi que é considerado um ingrediente seguro.

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Confesso que não esperava muita coisa do resultado, mas me surpreendi. Ele tira a maquiagem com muita facilidade, não arde o olho e não precisei de muito produto para tirar tudo. Não testei com máscara de cílios à prova d’água, e sim com uma da quem disse, berenice?, então não sei se ele seria tão eficiente para isso, mas pretendo usar óleo de amêndoas para ajudar a tirar, quando necessário. O cheiro é bem suave e ele é hidratante sem deixar a pele oleosa depois. Final feliz para a busca!