Favoritos de março | 2016

Super atrasada, mas não queria deixar de falar das coisas que amei em março e nesse começo de abril. Escolhi três cosméticos crueslty free que uso bastante, e um filme que todo mundo precisa ver.

Links nos títulos!

 

Esse foi o primeiro iluminador que comprei na vida e simplesmente amei. Ele tem um tom rosado, lindo e discreto. A durabilidade é boa também. Para quem gosta de algo mais chamativo, essa não é a melhor opção, porque o brilho é bem sutil, é algo que pode ser usado no dia a dia. Não conhecia a marca, tive até que dar um google na hora para ver se era cruelty free – e era! Fiquei feliz por ter mais uma opção de marca brasileira para comprar. A vendedora me disse que essa e a Marchetti  são da mesma empresa, pelo que vi na hora ambas têm opções bem legais e baratinhas.

Tenho usado esse batom quase todos os dias. Ele é um nude com um fundo pêssego e marrom, bem matte, e de acordo com as criadoras, ele foi inspirado na Kylie Jenner. Comprei pela internet, e pelas fotos eu achava que era um pouco mais escuro, mas acabei me acostumando e adorando esse tom.   A durabilidade é boa, não dura o dia inteiro, mas por ser matte ele não transfere tanto. Ele faz parte de uma linha da Tracta chamada T-Blogs, de parcerias com blogueiras, e só é vendido online.

Esse eu tenho faz um tempo, mas quanto mais eu uso, mais eu gosto. Para começar ele é bem prático de passar, então dificilmente eu deixo de usar, mesmo quanto estou muito cansada. É um gel bem leve, quase água, e espalha bem fácil com pouco produto. A sensação é refrescante e ele seca rápido. Sinto nitidamente o efeito dele pela manhã, principalmente quanto tenho um dia particularmente longo (lembro que no Carnaval ele fazia milagres). Esse produto é voltado para peles mistas, que é o meu caso, e por isso ele dá um equilíbrio para a pele, hidratando as partes mais secas sem piorar as mais oleosas.

 

  • Filme – Love & Mercy

beachboysloveandmercy-xlarge

No Brasil traduziram o nome do filme para “The Beach Boys: Uma História de Sucesso”, mas vou educadamente ignorar isso. O filme conta a história de Brian Wilson, um dos fundadores da banda. Ele era a grande mente por trás das composições  dos Beach Boys, mas no meio das gravações do disco Smile ele começou a ter problemas mentais e escutar vozes na cabeça. O filme mostra duas linhas de narrativa, uma com o Brian jovem, interpretado por Paul Dane, e outra que se passa nos nos 80, com John Cusack, em que Brian piorou bastante enquanto sofria abusos do próprio psiquiatra. A história é incrível e o filme retratou muito bem o personagem. Vale muito a pena ver! Tem no Netflix.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s